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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Chico, meu gato

Ao lado do teclado dorme o Chico, meu gatinho viralata, o animalzinho mais querido e doce do mundo. Chico é malhadinho, com várias partes brancas no peito e nas patas. Isso sem contar o colarzinho de pelos brancos ao redor de seu pescoço. Chico não arranha e não morde forte, só faz brincadeiras, e se a gente diz:ai,ai,ai, ele imediatamente solta o que tem na boca. Olha para mim quando chamo seu nome e adora, simplesmente adora, o André. Brincam muito, na maior confiança. É muito bom ter um gato, eles são extremamente sensitivos e companheiros. Há gente que se engane, dizendo que são traiçoeiros. Não são, nos protegem. Chico tem me protegido há meses. Desde o final da minha relação amorosa, no final do ano, quando ele me viu triste e chorosa, tem andado atrás de mim como um leãozinho, e não sai do meu lado quando estou no computador. Ele tem sentido tudo o que tenho vivido e estado bem perto, estou certa disso. A proximidade dele tem a ver com as férias, a saudade, as experiências, os aborrecimentos, e as pequenas angústias do novo, do desconhecido. Esse bichinho dorme quase o dia todo sobre a minha cama. Ele se espicha todo por ali quando está quente, e se enrola bem enroladinho sobre o edredon quando está frio. Por causa dele tenho noites de sono tranquilas. Acho que ele deixa todo o seu amor e sua fonte de paz sobre minhas cobertas. Chico, meu gatinho protetor, que feliz a idéia de adotar você!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Os gatos e os pássaros

Não é novidade para ninguém nem aqui no bloguinho nem no meu dia a dia que sou amante dos animaizinhos, e me encanto com as novidades e gracinhas deles ainda mais do que com as crianças. Talvez por serem mais indefesos e mais fiéis. Mas de qualquer forma, sou uma apaixonada por animaizinhos. Tenho um gato, o Chico, e atrás do Chico aparecem sempre alguns gatos ou gatas da vizinhança para comer e aproveitar quando não tem muita gente em casa. Ontem vi o gato (ou gata) branco sentado na janela de meu quarto...podem imaginar a ousadia do cara? Sentando na janela!!! Daqui a pouco estará deitado sobre meus lençóis e eu...onde ficarei? Hoje pela manhã escutei o André dizer que por sorte o Chico tinha saído da cama dele. Aí perguntei porque, claro, e ele me disse que não tem coragem de mudar de posição quando o Chico está dormindo sobre as pernas dele, tem pena...puxa, que gato de sorte! Eu já sou menos boazinha, tiro o Chico do lugar, viro, e não sei, ele se ajeita depois...
Bem, voltando ao gato branco, hoje vi uma cena inédita. Sempre vejo os gatos perseguindo os pássaros, e de vez em quando tenho que libertar uma pobre rolinha ou um pardal da boca do gatinho mau Chicão. Quando não estou em casa, infelizmente, o Chico acaba com o pobrezinho. Pior, come o bichinho, só sobram as peninhas. Mas hoje o gato branco estava no telhado, e vi algo incrível. Um Bem-te-vi, bem esperto e provavelmente protegendo seu ninho, dava rasantes fenomenais sobre o gato e o bicava nas costas. Fez isso várias vezes, até que o gato fugiu. Eu estava sem a câmera, e não consegui fotografar, mas fotografei com as palavras.

domingo, 4 de outubro de 2009

Hoje é dia dos animaizinhos



Hoje é dia dos nossos queridos animaizinhos! Acho que já contei que tenho duas cachorras viras, uma e da raça Labrador, mestiça com American, preta de manchinhas brancas, meiga, pesa uns 45 quilos mais ou menos e se chama Coca-Cola. Assistiram Marley? Pois é....hiperativa, comedora de árvores e esburacadora de jardins, roedora de cadeiras e...a bichinha mais doce e carinhosa deste mundo. Os meninos sobem nela, brincam, jogam bola, ela adora. Quanto eles não estão aqui ela fica mais arteira do que nunca.
A outra cachorrinha, a Pizza, é meio vira (de estirpe, a mãe, a Anita e o pai o Dobby, Daschenhund puríssimo, da minha irmã Beleleiz). A Anita nasceu em casa, cria da Loli, uma cachorrinha que peguei na rua, em São Carlos, SP, e do Átila, valente vira-lata de pequeno porte, das vizinhanças, na cidade de São Sebastião, litoral norte de SP, onde morei por uns anos. Anita nasceu lá, caiçara. A Pizza nasceu em São Carlos, SP, e agora moramos aqui. A Coca é cria barriga-verde, peguei na minha vizinha da frente. A mãe se chama Raika, o pai eu não sei. Gosto de saber as origens de nossos viras....Minhas meninas foram castradas, além do sossego no período do cio ainda tem a vantagem de podermos adotar outros bichinhos sem lar quando os nossos se forem.
Quanto ao gatinho, o Chico, adotei de uma amiga que ia para o exterior e não tinha como levá-lo, ele era arredio, é um gato dominante e não gostava da companhia dos outros animaizinhos em casa. Para mim foi uma terapia incrível, estava numa época muito difícil de minha vida, na virada da menopausa, em que sofri um abalo horrível depressivo, tive problemas sérios de comportamento, de manias, enfim, nada que um bom remedinho e a terapia não curassem. Passados estes anos, vejo o Chico caminhando pela casa como dono dela, e agradeço a presença desse gatinho naqueles momentos terríveis. Mas tem um pormenor, ele não aguenta as cachorras, morre de ciúme. Também não suporta as crianças e a Cintia, tudo por ciúme, e quando eles estão aqui ele só entra escondido para comer e depois se refugia, quentinho e magoado, no quarto do meu filho André. Como Cintia não está aqui hoje, adivinhem onde ele está? Claro que no meio da minha cama, sobre os edredons! E ele sabe quando eles vão embora, é só eu voltar do aeroporto, entrar em casa, e ele vem atrás, sobe na mesa e me olha com um olhar penetrante. Se tento pegá-lo, ele foge. Demora uns dois dias até voltar a dormir na minha cama...Esses bichos...são gente!