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sábado, 11 de setembro de 2010
O amor (para Jan Leal)
quinta-feira, 25 de março de 2010
Coisas boas
Há coisas que vivo que são tão doces, que compensam a dureza da batalha diária:
1.receber um telefonema de carinho no meio do dia
2. sair do trabalho e tomar um vinho com uma amiga conversando sobre tantos assuntos quanto as estrelas que há no céu
3.receber um dinheiro da mãe quando a gente está a perigo
4. receber um torpedo de bom dia com palavras de carinho e beijos
5. receber orkuts amigos e carinhosos
6. ganhar um beijo gostoso dos filhos e noras
7. ganhar um beijo do filho enquanto ele diz que você é legal sem você ter feito nada naquele momento
8. tomar um café na Lagoa com as amigas
9. chamar a vizinha pela janela e ir tomar o café da manhã na casa dela sem preocupações
10. ir à praia e pegar jacaré com a bodyboard
11. receber o carinho e os rabinhos abanando da Coca, Pizza e do Chuchu, e ainda entrar em casa e ter o ronronar do meu gatinho Chico
12. passar uma tarde com as amigas lendo poesias enquanto elas arrumam o jardim
13. comer pão caseiro com café depois do jardim feito
14. receber um e-mail com beijos das irmãs
15. plantar árvores frutíferas no meu jardim
16. ver a lua pela janela do meu quarto
17. ver o sorriso largo dos alunos e sentir que nosso trabalho não é em vão
18. etc
Acho que tenho mais coisas doces que batalhas!
1.receber um telefonema de carinho no meio do dia
2. sair do trabalho e tomar um vinho com uma amiga conversando sobre tantos assuntos quanto as estrelas que há no céu
3.receber um dinheiro da mãe quando a gente está a perigo
4. receber um torpedo de bom dia com palavras de carinho e beijos
5. receber orkuts amigos e carinhosos
6. ganhar um beijo gostoso dos filhos e noras
7. ganhar um beijo do filho enquanto ele diz que você é legal sem você ter feito nada naquele momento
8. tomar um café na Lagoa com as amigas
9. chamar a vizinha pela janela e ir tomar o café da manhã na casa dela sem preocupações
10. ir à praia e pegar jacaré com a bodyboard
11. receber o carinho e os rabinhos abanando da Coca, Pizza e do Chuchu, e ainda entrar em casa e ter o ronronar do meu gatinho Chico
12. passar uma tarde com as amigas lendo poesias enquanto elas arrumam o jardim
13. comer pão caseiro com café depois do jardim feito
14. receber um e-mail com beijos das irmãs
15. plantar árvores frutíferas no meu jardim
16. ver a lua pela janela do meu quarto
17. ver o sorriso largo dos alunos e sentir que nosso trabalho não é em vão
18. etc
Acho que tenho mais coisas doces que batalhas!
quarta-feira, 10 de março de 2010
Encontros caóticos
Hoje almocei com uma amiga querida, Lolita, que mora aqui em Floripa, veio de São Paulo como eu, mas que não via desde - incrível -...sei lá, desde há muito tempo. Almoçamos num restaurante vegetariano no Pantanal e matamos a saudade, aliás, alimentamos a vontade de nos reencontrarmos para mais conversas. Porque, quando você encontra alguém interessante e que tem um papo gostoso e cheio de idéias, propostas, conteúdo, é tudo que se quer. Falamos por horas, ouvi dela novas formas de encarar a vida, e de confirmar que o caminho que tomei em minha vida foi um dos melhores que poderia ter tomado, para não dizer o melhor. Afirmar leva uma dose de arrogância que não tenho (infelizmente?). Ela me falou sobre as certezas e sobre o caos, e eu falei sobre a ação. Tivemos uma interação que considero produtiva e revigorante, e nos despedimos tomando café no delicioso ambiente do Manhattan 44, um mercado na Carvoeira, lugar que me traz a memória de meus anos de moradora ali, e dos muitos lanches maravilhosos que Eliana e eu tomamos naquele lugar. Sanduíche de pão integral com queijo branco e tomate e vitaminado. Delícias de quem pode comemorar os muitos amigos que tem.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
As visitas
Estes dias duas amigas vieram passar uns dias aqui em Florianópolis. Uma delas é amiga de justos 35 anos. Imaginem vocês que emoção, poder matar a saudade, conversar, fofocar, passear, rir e chorar com uma amiga de 35 anos. Nos conhecemos na universidade e desde então nossa amizade vem conseguindo vencer todos os obstáculos que o tempo e as diferenças costumam impor. Casamentos, filhos, diferenças de temperamento, distância, trabalho, objetivos, forma de ver e levar a vida. Creio que o que segurou essa amizade foi, além do amor, o respeito e o desejo de continuar. A vontade de sempre dizer: fulana é minha amiga. Ter orgulho disso, ter prazer em dividir as dores do passado e pensar no futuro dessa amizade. Promessas de visitas que se concretizarão, despedida doce, cheia de compreensão e de vontade de entender e dar a mão. Nos abraçamos com emoção. Foi bárbaro. Ana, Renata, obrigada por tudo, queridas.
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