Carnaval na ilha este ano teve gosto diferente dos outros anos. Este ano tenho comigo os 3 meninos e minhas noras, e estou aproveitando bastante, dançando muito, passeando, indo à praia (apesar do tempo não estar muito bom, ao menos não no Campeche, tem ventado muito, e o mar está muito mexido). A dor de ouvido só está sarando agora, imaginem, quase um mês depois! Foram 3 tratamentos diferentes até conseguir arrumar isso aqui! Fui ao Baiacu na sexta, em Santo Antônio de Lisboa, sábado saí com minhas amigas Dio e Dilma na Nego Quirido, o sambódromo de Florianópolis, domingo à tarde fomos dançar atrás do caminhãzinho do Onodi. Foi muito bacana, dançamos tiramos fotos, depois eu posto para vocês verem o clã na folia! Só o André fica em casa, pois ele só quer saber de jogar RPG ou computador...caramba! Um custo tirar esse guri de casa! Hoje fomos à praia, comer um peixão no Seu Chico, e agora à noite, se a chuva der uma trégua, vamos ao Baiacu novamente! EBA!
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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Verão, verão
Calor, muito calor, eu trabalhando sem ar-condicionado, só com um ventilador...melhor que nada, dirão alguns! Verdade, melhor que nada.
Uma dor de ouvido chatinha tem me deixado longe do mar por estes dias, mas hoje vou ao médico. Preciso voltar à academia e ao bodyboard...amei.
Uma dor de ouvido chatinha tem me deixado longe do mar por estes dias, mas hoje vou ao médico. Preciso voltar à academia e ao bodyboard...amei.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
As visitas
Estes dias duas amigas vieram passar uns dias aqui em Florianópolis. Uma delas é amiga de justos 35 anos. Imaginem vocês que emoção, poder matar a saudade, conversar, fofocar, passear, rir e chorar com uma amiga de 35 anos. Nos conhecemos na universidade e desde então nossa amizade vem conseguindo vencer todos os obstáculos que o tempo e as diferenças costumam impor. Casamentos, filhos, diferenças de temperamento, distância, trabalho, objetivos, forma de ver e levar a vida. Creio que o que segurou essa amizade foi, além do amor, o respeito e o desejo de continuar. A vontade de sempre dizer: fulana é minha amiga. Ter orgulho disso, ter prazer em dividir as dores do passado e pensar no futuro dessa amizade. Promessas de visitas que se concretizarão, despedida doce, cheia de compreensão e de vontade de entender e dar a mão. Nos abraçamos com emoção. Foi bárbaro. Ana, Renata, obrigada por tudo, queridas.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Férias ainda, ainda bem
É bom saber que ainda há férias adiante. Depois de um ano de muito trabalho, de expectativas, de sonhos, de realizações, de grandes ganhos e de grandes perdas, aqui estou firme e forte, aproveitando um pouco do mar, do sol, das praias lindas. o tempo está quente e chuvoso, quase todos os dias faz sol e depois chove, o que deixa meu jardim muito feliz! Eu já não fico tão feliz, pois a grama cresce rápido, porém é uma desculpa para poder fazer uma atividade física. Pego o cortador de grama, e vou ao ataque. Daí a pouco o gramado está baixinho e bem lindo. Sempre faço uns freelas nas férias, ontem terminei um trabalho e hoje estou adiantando outro. Está bom, gosto do que faço.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Mais novidades das férias
Ainda bem que nas férias faço tudo diferente do que faço durante o ano letivo. Quebro as regras, vou à praia, faço atividades físicas ao ar livre sem pensar que daqui a pouco terei que tomar banho para ir para a escola, arrumo a casa em qualquer horário e levo dois dias para fazer a faxina!!! (às vezes mais...huahuahua). Fiz muita coisa legal estes dias e aproveitei os filhos de montão. Foi bom estar com eles três juntos, cada qual com suas idiossicrasias - e eu com as minhas. Passeamos na Ilha do Campeche e claro que o André se recusou a ir, queria dormir...como é difícil conciliar os horários e desejos dos 3 de uma vez, principalmente do André com os irmãos mais velhos, ele tenta nos driblar de qualquer maneira. Bem, mas ao menos foram numa danceteria e jogaram sinuca juntos e um dia nós fomos almoçar em Santo Antônio de Lisboa. Dias de chuva tem marcado este início de ano, calor mesclado a dias chuvosos e mais frescos.
A Ilha do Campeche é um pedaço de céu na terra, águas mansas e quentinhas, ao menos nesta época. O trajeto da Armação até a Ilha é feito em embarcação de pescadores com coletes salva-vidas e leva uma meia-hora, talvez. Vive uma enorme quantidade de quatis na ilha, então a gente tem que cuidar com bolsas e chinelos, para que eles não levem para o mato, principalmente se houver lanche nas bolsas!
Nestes dias fiz alongamento, joguei frescobol, passeamos na Praia da Daniela, também (acho esta praia sem-graça, mas o Bruno e o João andaram de Banana-boat, que agora não joga mais as pessoas na água). Ray e eu ficamos jogando.
Ontem fomos à Praia do Campeche, e depois Bruno fez um churrasco de despedida. Ele e Ray voaram de volta ontem à tarde. Vou sentir saudade dos meus filhotes, mas logo voltam. Espero que venham para o carnaval. Ainda bem que o André está aqui, me distrai um pouco nesta transição de casa cheia para casa vazia. Também decidi alugar o quarto dos fundos para o amigo do André, o João, assim algumas despesas se pagam.
A Ilha do Campeche é um pedaço de céu na terra, águas mansas e quentinhas, ao menos nesta época. O trajeto da Armação até a Ilha é feito em embarcação de pescadores com coletes salva-vidas e leva uma meia-hora, talvez. Vive uma enorme quantidade de quatis na ilha, então a gente tem que cuidar com bolsas e chinelos, para que eles não levem para o mato, principalmente se houver lanche nas bolsas!
Nestes dias fiz alongamento, joguei frescobol, passeamos na Praia da Daniela, também (acho esta praia sem-graça, mas o Bruno e o João andaram de Banana-boat, que agora não joga mais as pessoas na água). Ray e eu ficamos jogando.
Ontem fomos à Praia do Campeche, e depois Bruno fez um churrasco de despedida. Ele e Ray voaram de volta ontem à tarde. Vou sentir saudade dos meus filhotes, mas logo voltam. Espero que venham para o carnaval. Ainda bem que o André está aqui, me distrai um pouco nesta transição de casa cheia para casa vazia. Também decidi alugar o quarto dos fundos para o amigo do André, o João, assim algumas despesas se pagam.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Dia primeiro de 2010
Continuo inventando coisas novas e divertidas para as férias! Estou curtindo muito, me divertindo muito, aproveitando muito. Hoje fomos andar de caiaque na Lagoa da Conceição. Pela primeira vez na vida remei sozinha num caiaque individual, passeei no meio da Lagoa, me senti numa paz enorme no meio daquela água toda e eu, sozinha com meus pensamentos. O dia estava lindo, pouca brisa, perfeito para remar. Havia muita gente na água, caiaques, pedalinhos, barcos diversos, muitas crianças, famílias. Depois de remar, fui com meu filho e minha nora comer uma sequência de camarões, não me lembro o nome do lugar, mas é quase em frente do lugar onde remamos. Bem servido, não precisamos nem jantar. Depois resolvemos ir à praia da Joaquina, pois minha nora não conhecia. No caminho paramos num bar de snooker e quisemos jogar. As mulheres contra o Bruno. Claro que ganhamos, é óbvio, dois a zero, sem chance para o coitadinho...
Depois fomos à Joaquina e fomos obrigados a confirmar o que nos haviam dito: o trânsito está caótico. Da Joaquina até a Av. da Rendeiras levamos quase duas horas. Não há o que fazer, tem que esperar. Aproveitei para caminhar a fazer alongamento, e Bruno e Ray me pegaram já na Av. das Rendeiras, lá para a frente. E para coroar a noite, pedi que parassem o carro e mostrei a eles a lua, quase cheia, iluminando as águas da Lagoa da Conceição, um dos espetáculos mais lindos destas paragens!
Festa de Ano Novo
Passagem de ano é sempre divertida quando a gente está em grupos! Todos os "desgarrados" amigos se juntaram e fomos passar a meia-noite na casa de um casal de amigas. O jantar foi: arroz com lentilhas, perna de cordeiro com geléia de menta, salada, lombo assado com batatas e cebolas. Tomamos espumantes e frisante rosé. Mas antes da ceia fomos à praia do Sampbaqui para ver os fogos de artifício da Beira-Mar. Foi um espetáculo muito bonito e nós nos divertimos muito, pulamos sete ondas e comemos uvas! Depois voltamos para casa e dançamos até perto de 4h da manhã. Foi uma passagem de ano muito gostosa, boa comida, boa companhia e boa espumante. Tudo o que precisávamos para iniciar bem o ano de 2010!
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Sobre as ondas
Uma das coisas que sempre quis fazer foi surfar. Sempre gostei de estar perto do mar, de viver perto do mar, e acho que surfar deve dar uma sensação de voar com os pés na prancha. Bem, ainda não surfei, mas andei brincando nas ondas do Matadeiro com uma bodyboard, que talvez seja o mais adequado para mim agora. Não sei se eu daria conta de aprender a surfar agora, mas a bodyboard me dá uma sensação maior de segurança. Quando eu puder quero comprar um par de pés-de-pato para poder aprender a fazer algumas manobras. Primeiro vou fazer umas aulas com o pessoal ali da Barra da Lagoa, onde as ondas são mais amigas, depois vou começar a fazer umas gracinhas. Anteontem eu peguei várias ondas, mas sempre onde dava pé, ainda não tive coragem de ir mais longe. Apesar de saber nadar bem, estou destreinada e com pouco fôlego, preciso começar devagar. Os surfistas iam mais longe um pouco, mas as ondas estavam quebrando próximo à praia. O mar estava frio, mas muito refrescante! Amei esta nova aventura!
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Trilha do Matadeiro
Estes dias tem sido maravilhosos. Reclamo um pouco do calor excessivo, mas é normal em dezembro, a temperatura sobe muito, chove e faz muito calor. É difícil dormir, é difícil ficar dentro de casa em qualquer período da tarde. Mas preciso contar as aventuras de uma cinquentona, afinal foi minha primeira grande aventura numa trilha, e me saí muito bem! Aqui na Ilha há muitas trilhas, algumas mais fáceis, outras mais escarpadas ou escorregadias, ou demoradas, mas essa que fizemos foi ótima! Meu filho Bruno, uma amiga, Ângela e eu saímos às 8h15 da manhã e fomos para a praia do Matadeiro, um dos caminhos para a Lagoinha do Leste. Na Lagoinha só se chega por barco ou por trilha, e a menor leva por volta de 1h30. Pegamos a mais bonita, essa do Matadeiro, que leva cerca de 3 horas quando a gente está destreinada como eu estou. Levamos duas garrafinhas de água gelada cada, e Bruno e eu levamos 6 barras de cereal. O caminho começou já um pouco íngreme, subidas em pedras, mas os caminhos bem delimitados, sem risco de nos perdermos. A primeira parte da aventura foi com tempo nublado, o que nos deixou felizes, porque assim o calor seria amenizado. Mas qual! Na metade da trilha, lá em cima, perto do céu, em pleno costão do Matadeiro, o sol saiu e começou a nos castigar. Estávamos de bermudas, camisetas, tênis com meias, e protetor solar. Eu levava uma toalhinha a tiracolo, pois a toda hora tinha que secar o rosto, que insistia em molhar meus óculos (usei óculos escuros de grau para a caminhada). Há três costões a vencer pelo meio da mata para chegar à Lagoinha. Vencido o primeiro, que era o mais arborizado, entramos no segundo, com uma subida bem íngreme, mas protegida, não há despenhadeiros. Como não havia chovido no dia anterior, o chão estava mais seco, mais fácil. Subimos, subimos, subimos. Nunca pensei em minha vida que eu subiria tanto. Sempre tive medo de altura, mas desta vez não tive medo, e algo mudou dentro de mim, com certeza. Aquelas encostas com o mar batendo nas pedras em baixo, o sol, o som do meu coração disparado, minhas pernas tremendo pelo esforço! Que experiência, que lugar!
(à esquerda, vejam a última descida que enfrentamos!)
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