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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Segunda de carnaval

Carnaval na ilha este ano teve gosto diferente dos outros anos. Este ano tenho comigo os 3 meninos e minhas noras, e estou aproveitando bastante, dançando muito, passeando, indo à praia (apesar do tempo não estar muito bom, ao menos não no Campeche, tem ventado muito, e o mar está muito mexido). A dor de ouvido só está sarando agora, imaginem, quase um mês depois! Foram 3 tratamentos diferentes até conseguir arrumar isso aqui! Fui ao Baiacu na sexta, em Santo Antônio de Lisboa, sábado saí com minhas amigas Dio e Dilma na Nego Quirido, o sambódromo de Florianópolis, domingo à tarde fomos dançar atrás do caminhãzinho do Onodi. Foi muito bacana, dançamos tiramos fotos, depois eu posto para vocês verem o clã na folia! Só o André fica em casa, pois ele só quer saber de jogar RPG ou computador...caramba! Um custo tirar esse guri de casa! Hoje fomos à praia, comer um peixão no Seu Chico, e agora à noite, se a chuva der uma trégua, vamos ao Baiacu novamente! EBA!

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Calor pré-carnavalesco

Achei que o calor não fosse chegar a afetar minha vida, mas subestimei as temperaturas do ano de 2010. De acordo com todas as previsões, as temperaturas estão sendo as mais altas dos últimos 53 anos, mais altas ainda do que no ano de 2005, registro de temperaturas recorde no Estado de Santa Catarina.
Assim como o gato se estica no chão de ladrilhos para refrescar-se um pouco, busco uma sombra amiga que me proteja do sol escaldante e que me hidrate nesta semana de pré-carnaval, quando tudo é muito agitado e confuso. Pierrots e Colombinas se desencontram e os eternos apaixonados se desfazem sob as máscaras no Berbigão do Boca, no Baiacu de Alguém ou mesmo no Zé Pereira do Ribeirão, oásis nas vidas áridas dos foliões. A cerveja, a vodka e a cachaça se misturam ao cheiro da fritura da comilança, e eu, um pouco sem rumo nessa dança, sinto a tontura leve e bem-vinda do álcool que me embriaga aos poucos. Isso tem dois lados, o lado bom é amortecer, e o lado mau é a dor de cabeça. Rir e sonhar é o melhor remédio. Deixar fluir as boas sensações, deixar a festa entrar no sangue, esperar o bloco entrar na avenida, triunfalmente, para vencer.